[Resenha] Quando os Anjos Queimaram

Quando os Anjos Queimaram (2016) é uma daquelas HQs que não se contentam apenas em contar uma história, ela quer provocar sensações. Com roteiro de Marcos Guerra, desenhos de Marcos Garcia e arte-final de Carlos Alberto, a obra mergulha em uma Natal alternativa, devastada por um improvável ataque nazista na década de 1940.

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[Resenha] De volta para onde você pertence

No melhor estilo das HQs que equilibram crítica social e entretenimento, De volta para onde você pertence (2024), com roteiro de Caio Martins, desenhos de Jeff Dênis e arte-final de Carlos Alberto, é uma ficção científica que vai além do espetáculo visual para tocar em conflitos bem reais do mundo do trabalho.

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[Resenha] Coletânea Potiguar de Quadrinhos

A Coletânea Potiguar de Quadrinhos (2016) se apresenta como um panorama expressivo da produção de HQs no Rio Grande do Norte, reunindo obras de estilos, gêneros e propostas bastante distintas. A coletânea aposta justamente na diversidade: do intimismo existencial à ficção científica política, do horror místico à sátira de super-heróis, passando pela crítica social e pelo resgate histórico.

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[Resenha] Maturi – Especial 40 Anos

Maturi – Especial 40 Anos (2016) é uma edição comemorativa que celebra não apenas a longevidade da revista, mas também sua função como laboratório criativo, espaço de resistência editorial e vitrine do quadrinho potiguar. Reunindo autores de diferentes gerações, estilos e temáticas, a HQ funciona como panorama de quatro décadas de produção local, trazendo histórias curtas que dialogam com identidade, crítica social, humor, memória e patrimônio cultural. O resultado é uma coletânea heterogênea que assume suas diferenças estéticas como parte de sua força editorial.

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[Resenha] As Sátiras em Quadrinhos de Zé Areia 

Na HQ As Sátiras em Quadrinhos de Zé Areia (2013), o artista Carlos Alberto resgata as histórias irreverentes de uma das figuras mais emblemáticas do folclore urbano natalense: José Antônio Areia Filho, o Zé Areia. Inspirada em um personagem real que viveu em Natal e que ganhou notoriedade na cidade na primeira metade do século XX, a obra retrata um sujeito boêmio, astuto e improvisador, cujos traços o consagraram no imaginário popular como símbolo do típico “malandro nordestino” que sobrevive com engenhosidade e bom humor. 

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[Resenha] O dia que Natal mudou o mundo

O dia que Natal mudou o mundo em quadrinhos (2024), História em Quadrinhos com roteiro de Luiz Elson e arte de Carlos Alberto, revisita um dos episódios mais marcantes da história potiguar e brasileira: a transformação de Natal durante a Segunda Guerra Mundial, a partir da instalação da base aérea de Parnamirim e da presença de tropas norte-americanas na região. A obra procura mostrar não apenas o impacto geopolítico do período, consolidado pelo encontro entre Getúlio Vargas e Franklin Roosevelt em 1943, mas também as mudanças sociais, econômicas e culturais que alteraram o cotidiano da população local.

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[Onomatopeia Entrevista] POW! Dos quadrinhos à sala de aula: Luiz Elson e os caminhos do desenho

Alguns artistas precisam ir muito longe buscar inspiração, seja em mitos e lendas antigas, na cultura de outros povos, mundos imaginários ou planetas fictícios. Esse não é o caso de Luiz Elson, professor e desenhista que encontrou na riqueza e simplicidade dos personagens comuns de seu estado, fonte de pesquisa e cenário ideal para sua obra.

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Traços de sangue e resistência: o cangaço nas Histórias em Quadrinhos do Rio Grande do Norte

O cangaço, fenômeno social que marcou o Nordeste brasileiro entre o final do século XIX e a primeira metade do século XX, tem sido uma rica fonte de inspiração para a cultura popular, inclusive nas Histórias em Quadrinhos. O interesse por essa temática nos quadrinhos do Rio Grande do Norte é um reflexo da complexidade e do fascínio que o cangaço exerce sobre as pessoas.

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[Resenha] Maturi nº 5

Maturi nº5 (2011) é uma coletânea de Histórias em Quadrinhos que explora a cultura, lendas e costumes do Rio Grande do Norte, revelando conflitos de perspectiva sobre hábitos, crenças e estilos de vida. Por meio de sete tramas distintas, desde narrativas cotidianas até contos fantasiosos com elementos sobrenaturais, os quadrinhos abordam temas como mudança social, inversão de valores, divergências geracionais, convivência entre opostos e respeito às tradições locais.

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[Resenha] Maturi nº4

Maturi nº4 (2010) é uma revista em quadrinhos que apresenta uma coletânea de histórias focadas em explorar aspectos diversos da história, cultura, folclore e do modo de vida do povo potiguar; em narrativas criadas por vários artistas.

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Aucides Sales: a História do RN passada a limpo em Quadrinhos

Aucides Sales é um desenhista, artista plástico, professor e uma das mais proeminentes figuras da cena das artes gráficas e da cultura do Rio Grande do Norte. Membro do Grupo de Pesquisa e Histórias em Quadrinhos (Grupehq) desde a década de 1970, Sales foi um grande fomentador das HQs locais, sendo cocriador de publicações que ajudaram a manter ativa a produção das artes sequenciais norte-rio-grandenses e por apresentar narrativas e personagens que ajudaram a moldar uma identidade e linguagem própria para os gibis do estado.

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[Resenha] Maturi nº 3

Maturi nº3 (2010), revista publicada pelo Grupo de Pesquisa e Histórias em Quadrinhos (Grupehq), apresenta uma coletânea de histórias produzidos por vários autores. A edição, assim como as que a antecedem, trata de temas universais, explorando os sonhos, os desafios, os medos, sabores e desgostos da vida, mas revestindo esses aspectos com as cores, sotaques, ritmos e linguagens típicas do povo potiguar.

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