[Resenha] Podemos nos despedir só amanhã?

Podemos nos despedir só amanhã? (2023) é uma HQ que simboliza o talento de Gabriel Dantas para criar tirinhas que misturam humor, afeto e uma boa dose de melancolia. A coletânea reúne tirinhas do autor, trazendo personagens de universos distintos que exploram temas universais com sensibilidade e leveza. Com uma narrativa visual simples, mas carregada de significado.

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[Resenha] Marieta

Marieta (2016) é uma revista em quadrinhos que reúne episódios de uma série de tiras, originalmente divulgada em formato online, e produzida por meio da colaboração entre José Veríssimo (roteiro e arte) e Jú Veríssimo (roteiro e cores). Em suas Histórias em Quadrinhos, Marieta é uma velhinha carismática, enérgica e de cabeça aberta, às voltas com situações cômicas que exploram muito de sua personalidade, opiniões e lidam com situações cotidianas que, em muitos casos, refletem o choque de costumes com a juventude, representada por sua neta adolescente, assim como sua relação com as novas tecnologias.

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[Resenha] Maturi – Edição Especial

Durante as décadas de 70 e 80, a revista Maturi foi a publicação independente que ajudou a manter a chama dos quadrinhos potiguares acesa, funcionando como um laboratório para experimentação de ideias em um período de repressão e censura; sendo o veículo que ajudou a moldar uma identidade norte-rio-grandense nas HQs e consistiu numa referência do gênero, sempre calcado num humor irônico que bebeu de diferentes fontes, mas que manteve um DNA próprio.

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[Criador e Criatura] Eni Guimá, o detetive “bom de faro” de Wanderline Freitas

Eni Guimá é um personagem cômico criado, em 1996, pelo artista plástico, caricaturista e ilustrador Wanderline Freitas, para o livro ilustrado O Assassino de um milhão de dólares. Na história, o detetive é contatado para esclarecer um assassinato e disputar com outros investigadores a recompensa milionária oferecida para aquele que solucioná-lo.

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“O Fogo Através dos Tempos”: Poti e a primeira História em Quadrinhos do RN

No ano de 1959 foi dado o “pontapé inicial” na produção de Histórias em Quadrinhos no Rio Grande do Norte. Coube a um potiguar, conhecido pelo apelido “Poti”, a responsabilidade de delinear os primeiros quadros de um nativo do estado na imprensa local. O Fogo Através dos Tempos, série de tiras criada por José Potiguar Pinheiro, narrando a descoberta e a conquista do fogo pelo homem, marcou a estreia de um autor de HQs locais na mídia do RN.

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[Resenha] Não é a dupla dinâmica

Não é a dupla dinâmica (2011), é uma revista que reúne histórias protagonizadas por Eni Guimá e Urubu Man, ambos personagens criados por Wanderline Freitas e que satirizam, respectivamente, tramas investigativas e aventuras super heroicas . A publicação reúne a História em Quadrinhos Surge Purpura, o conto ilustrado Procurando sobreviver, além de tiras cômicas.

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[Onomatopeia Entrevista] BOOM! Beto Potyguara: explorando os quadrinhos e suas infinitas possibilidades

Dos quadros de tiras e páginas de gibis para a sala de aula. Esse é o caminho pelo qual o professor[1] Beto Potyguara tem levado o debate sobre temas e elementos das Histórias em Quadrinhos, bem como suas possíveis aplicações pedagógicas. Além  de educador, Beto é cartunista e roteirista com colaborações em diversas publicações e tem militado em diferentes frentes, atuando como um fomentador da sétima arte; promovendo eventos, palestras e cursos que ajudam a popularizá-la e possibilite o surgimento de um novo público leitor.

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